Celina é a única entre principais candidatos ao GDF que não propõe criação de novas Secretarias

Celina é a única entre principais candidatos ao GDF que não propõe criação de novas Secretarias Os planos de governo dos quatro principais c…


Celina é a única entre principais candidatos ao GDF que não propõe criação de novas Secretarias

Os planos de governo dos quatro principais candidatos ao Governo do Distrito Federal apresentam diferenças não apenas nas propostas para áreas como saúde, segurança e educação, mas também na forma como cada candidatura pretende organizar a máquina pública. Enquanto José Roberto Arruda, Leandro Grass e Ricardo Cappelli propõem a criação de novas estruturas administrativas, o plano de Celina Leão não prevê a criação de novas secretarias, órgãos ou estruturas equivalentes.

No plano de José Roberto Arruda, está prevista a criação de um Centro de Coordenação do Governo, estrutura que teria como objetivo articular e acompanhar as ações da administração pública.

Já Leandro Grass propõe a criação de uma Secretaria Executiva de Proteção Animal, ampliando a estrutura administrativa dedicada à formulação e execução de políticas voltadas à causa animal.

Ricardo Cappelli, por sua vez, inclui entre suas propostas a criação da Emater-DF e de uma Secretaria de Cultura, ampliando o desenho institucional da administração distrital.

Entre os quatro principais candidatos, portanto, o plano de Celina Leão é o único que não apresenta proposta de criação de uma nova secretaria, órgão ou estrutura administrativa equivalente.

A estratégia apresentada pela candidata está concentrada no uso, reorganização e aprimoramento da estrutura já existente no Governo do Distrito Federal, sem previsão de ampliação do organograma da administração pública.

A diferença revela também visões distintas sobre o funcionamento da máquina pública. Enquanto três candidaturas defendem a criação de novas estruturas para atender áreas específicas ou melhorar a coordenação governamental, Celina aposta na estrutura já instalada, evitando, ao menos no plano de governo, a criação de novas pastas e órgãos.

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