Celina Leão assume o governo em cerimônia nesta segunda-feira (30) na CLDF
A sessão solene está marcada para às 9h, no auditório da Casa, e será transmitida ao vivo pela TV Câmara Distrital
A Câmara Legislativa do Distrito Federal sedia, nesta segunda-feira (30), a cerimônia de transmissão do cargo de governador do DF à então vice-governadora Celina Leão. A sessão solene está marcada para às 9h, no auditório da Casa, e será transmitida ao vivo pela TV Câmara Distrital.
Celina, que foi presidente da Câmara Legislativa entre 2015 e 2016, assume o GDF após o governador Ibaneis Rocha renunciar para se adequar ao prazo de desincompatibilização exigido em lei a fim de se candidatar nas eleições de 2026.
A transmissão da faixa governamental, durante a solenidade, vai ocorrer após o pronunciamento do governador e seguirá com as palavras de Celina Leão, já empossada. O presidente da Câmara Legislativa, deputado Wellington Luiz (MDB) fará seu pronunciamento no encerramento da cerimônia.
“A transição de governo representa um processo inerente à dinâmica institucional do Distrito Federal. Nesse contexto, o aspecto mais relevante é assegurar que tal mudança aconteça de forma responsável, pautada pelo diálogo e pelo respeito às instituições, com prioridade constante nos interesses da população”, afirma o presidente da CLDF.

Wellington Luiz destaca que o momento é de continuidade dos trabalhos. “A vice- governadora Celina inicia uma nova etapa à frente do Governo do Distrito Federal, em um momento que exige serenidade, responsabilidade e diálogo. A expectativa é de que haja continuidade das políticas públicas e a reafirmação do compromisso com o progresso e o desenvolvimento da nossa região”.
Ainda segundo o presidente da CLDF, a Câmara Legislativa “desempenhará um papel ativo no acompanhamento do processo de transição, guiando-se pelos princípios da responsabilidade institucional e do compromisso com a estabilidade administrativa do Distrito Federal”.
Renúncia ao cargo
A desincompatibilização é o ato praticado por um pré-candidato ou uma pré-candidata de se afastar, de forma temporária ou definitiva, do cargo que ocupa para concorrer a uma vaga na eleição. O cálculo é feito com base na data do 1º turno das eleições, que, neste ano, será em 4 de outubro.
Governadores que buscam a reeleição podem permanecer no cargo. Porém, se quiserem disputar outro posto — como Senado, Câmara ou até a Presidência da República — precisam renunciar seis meses antes da eleição.
Acompanhe ao vivo:
Com Informações da Câmara Legislativa DF
