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A principal expectativa gira em torno do reencontro entre Anderson Sem Coluna e Lucas Furacão. No último duelo, no VMB 9, em junho de 2025, Furacão saiu com a vitória, mas o resultado acabou anulado após revisão técnica. O novo confronto surge como resposta dentro da roda. Outro duelo com ânimos acirrados será entre Glaucio Flash e Wandré Caputino. No encontro anterior, em outubro de 2024, a luta foi interrompida após lesão de Caputino. Ao ver a condição do adversário, Flash comemorou, o que acirrou ainda mais a rivalidade. Agora, os dois voltam a se enfrentar em um cenário de pressão, principalmente para Flash, que vem de desclassificação no VMB 9.
Quem também retorna ao jogo são Gigante e Guerreiro. Após empate na última edição, o novo confronto aparece como tira-teima. A expectativa é de uma luta mais intensa, com os dois atletas tentando transformar repercussão em afirmação dentro do evento. O card ainda traz disputa de cinturão no peso leve feminino, com Julyana Kitana e Janaely Gata. Na categoria juvenil, dois duelos chamam a atenção: invicto, Kauê Caldeira encara Watally Cenoura, enquanto Arthur Voador enfrenta Eliabe 360 em um combate de perfil técnico e dinâmico.
O VMB 11 distribui sua programação ao longo de cinco dias em Brasília. A abertura, na terça-feira (5), será voltada a ações sociais, com aulas e exibições para crianças, além da roda com mestres locais. Na quarta (6), o evento aposta em palestras e conteúdos técnicos, enquanto quinta (7) e sexta (8) marcam o início das seletivas, credenciamento e pesagens, além da coletiva de imprensa. O sábado (9) concentra as decisões: card preliminar no fim da tarde e, à noite, os duelos principais que fecham o evento. Durante todos os dias, os ingressos serão gratuitos e poderão ser retirados pela plataforma Sympla.
Dirigentes destacam o impacto do VMB
Para o diretor técnico Aritana Silva, o VMB ganha com a valorização dos combates. “A gente está falando de um evento com lutas equilibradas, histórias abertas e atletas que sabem o que representam. É um card construído com critério, que valoriza o desempenho e a entrega dentro da roda”, afirma. Para o diretor-executivo Saverio Scarpati, o impacto financeiro é parte essencial. A edição deve distribuir cerca de R$ 60 mil em premiações e movimentar mais de R$ 125 mil em serviços. “Não é só sobre o espetáculo. É sobre colocar recurso dentro da capoeira e gerar oportunidade. Esse movimento já é realidade”, destaca.
Com transmissão confirmada por Com Brasil TV, o VMB amplia o alcance e fortalece sua presença na mídia. O avanço também aparece fora da arena. Em cinco meses, a organização acelerou a criação da Federação de Capoeira Competitiva (FCC), consolidando um modelo construído desde 2022. A iniciativa, liderada por Saverio Scarpati, já estruturou dez federações estaduais no Brasil e começa a ganhar espaço no exterior, com presença em países como Canadá, Peru, México e Angola.
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