Gama é o time com mais cartões vermelhos

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Líder do Candangão 2026, o Gama mostra uma peculiaridade nos detalhes da tabela de classificação. O alviverde também é o líder em expulsões na competição até a altura da quarta rodada: dois dos cinco cartões vermelhos apresentados até agora foram para atletas gamenses.

Os cartões vermelhos em questão foram aplicados na estreia contra o Real Brasília, quando Michel recebeu dois amarelos, com Darlan sendo também amarelado em dobro no clássico do último domingo (25/1), contra o Brasiliense. Além disso, o Periquito soma outros 11 cartões amarelos, quarta marca mais alta do torneio, atrás de Real e Aruc, ambos com 14 e do Samambaia, com 15, sendo cinco destes no 0 a 0 contra o próprio Gama.

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O Cachorro Salsicha, devido às advertências, lidera em cartões gerais com Real Brasília e Aruc, com a diferença que os dois últimos tiveram um vermelho cada. O Periquito vem logo em quarto, com 13 cartões somados. Em seguida, aparecem: Sobradinho, com 11, Paranoá, com 10 (sendo um vermelho), Capital e Ceilândia, ambos com sete, e Brasiliense e Brasília são os menos advertidos do Candangão até então, com cinco cartões amarelos cada.

Nos casos dos dois cartões vermelhos do Gama, Michel tomou amarelo por conduta antidesportiva na estreia contra o Real Brasília, segundo o árbitro Matheus de Moraes Silva, que aplicou o segundo por entrada temerária. Pelo mesmo motivo e também com o mesmo juiz, Darlan recebeu duplo amarelo na vitória contra o Jacaré por 2 a 1 da rodada passada.

Dos cartões amarelos recebidos (onde a conta é feita apenas para o primeiro cartão recebido) três foram por “conduta desrespeitosa”, três por entrada temerária, dois em faltas táticas, um por “cera”, um por acúmulo de faltas e um por tirar a camisa (para Kennedy, após seu gol na segunda rodada, contra o Brasília). Dado não menor: o técnico Luiz Carlos Carioca tem dois cartões amarelos somados, ambos por reclamação à arbitragem, e chega pendurado ao jogo deste sábado (31/1), contra o Paranoá, às 19h30, no Bezerrão.

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