Polícia Civil prende seis suspeitos de tráfico de drogas em Ceilândia

*Por Cintia Ferreira

A Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) prendeu seis pessoas suspeitas de tráfico de drogas durante duas ações realizadas, em Ceilândia. As prisões ocorreram na região da QNN 3, área já conhecida pela intensa comercialização de entorpecentes.

A operação foi conduzida por equipes da 15ª Delegacia de Polícia, como parte de mais uma fase da Operação Contraturno, que tem como estratégia atuar fora dos horários convencionais, período em que há maior incidência desse tipo de crime.

Na primeira ação, os policiais monitoravam um ponto já conhecido por atividades ilegais. Um homem de 34 anos, que já havia sido preso anteriormente no mesmo local, foi flagrado ao lado de uma mulher de 22 anos, que atuava como observadora da movimentação.

Durante a vigilância, os agentes identificaram uma negociação suspeita envolvendo um veículo. Após a abordagem, o homem foi encontrado com uma porção significativa de substância semelhante ao crack. Com o outro envolvido, havia porções de crack e maconha, indicando a compra recente da droga.

Em buscas no imóvel ligado ao suspeito, os policiais apreenderam mais entorpecentes, dinheiro em espécie e uma balança de precisão, itens comumente associados ao tráfico.

Na segunda ação, a polícia investigou um restaurante suspeito de funcionar como ponto de venda de drogas. O local, que tinha ligação com um lava a jato, apresentava movimentação intensa de pessoas, característica típica do comércio ilegal.

Durante a operação, um usuário foi abordado e confirmou ter comprado cocaína no estabelecimento momentos antes. Em seguida, os agentes entraram no local e encontraram diversas porções de crack, além de maconha, cocaína, dinheiro, celulares, máquina de cartão e balança de precisão.

Ao todo, foram presas quatro mulheres, com idades entre 22 e 58 anos, e dois homens, de 30 e 34 anos. Um sétimo envolvido foi autuado por porte de droga para consumo pessoal.

Os suspeitos vão responder por tráfico de drogas, crime cuja pena pode chegar a 15 anos de prisão. Eles foram encaminhados à carceragem da PCDF e permanecem à disposição da Justiça.

Segundo a corporação, a operação reforça a atuação estratégica no combate ao tráfico na região, com foco em monitoramento e intervenções em pontos considerados críticos.

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