O engenheiro e empresário Ricardo Castanheira, filiado ao Partido Liberal (PL), intensificou a agenda política e avança na pré-candidatura a deputado federal pelo Distrito Federal para as eleições de 2026. Pai de Rodrigo Castanheira, adolescente cuja morte teve grande repercussão no DF, ele afirma que decidiu ingressar na vida pública motivado pela busca de mudanças na área da segurança pública.
Segundo Ricardo, a experiência vivida pela família o levou a defender políticas voltadas à proteção das vítimas da violência, ao fortalecimento da segurança pública e à criação de mecanismos para evitar que outras famílias enfrentem situações semelhantes.
A pré-candidatura conta com o apoio da deputada federal Bia Kicis, uma das principais lideranças do PL no Distrito Federal e pré-candidata ao Senado nas eleições de 2026.
Entre as propostas defendidas por Ricardo Castanheira estão o endurecimento das penas para crimes violentos, a redução da maioridade penal, o fortalecimento das políticas de segurança pública, a ampliação da proteção às famílias das vítimas e a defesa de pautas conservadoras. “Eu conheço uma dor que nenhuma família deveria viver. Não posso mudar o que aconteceu com o Rodrigo, mas posso lutar para que outras famílias não passem pelo mesmo. Minha missão é trabalhar por políticas públicas que protejam a população, fortaleçam a segurança e deem mais proteção aos nossos filhos”, afirmou o pré-candidato.
Instituto Rodrigo Castanheira
Além da atuação política, Ricardo Castanheira trabalha na criação do Instituto Rodrigo Castanheira, iniciativa que, segundo ele, será independente de sua candidatura e continuará em funcionamento independentemente do resultado das eleições.
O projeto pretende desenvolver ações voltadas à prevenção da violência, ao acolhimento de vítimas e familiares e à oferta de apoio psicológico, jurídico e esportivo. Também estão previstas campanhas de conscientização e iniciativas de proteção destinadas a crianças, adolescentes e famílias.
De acordo com Ricardo, o instituto foi idealizado como uma forma de preservar a memória do filho e transformar a experiência da família em ações permanentes voltadas ao atendimento de vítimas e à promoção da segurança da população.
